Mundialmente conhecido pela beleza do conjunto arquitetônico que o compõe, o Pelourinho vem passando por problemas de assaltos e arrombamentos a estabelecimentos comerciais. Mercadores apontam um usuário de drogas, identificado apenas como Coquinho, como um dos principais assaltantes da região. Segundo informações da polícia, o combate aos pontos de comercialização de entorpecentes que cercam o Centro Histórico é a maior dificuldade no trabalho ostensivo.
A habilidade com malabares usando cocos originou a nomenclatura de “Coquinho”. Indignados com a situação, frequentadores do local afirmam que ele já esteve preso, mas por falta de provas foi liberado no dia seguinte. Além dele, outros dois homens, identificados como Aranha e Pescocinho, são apontados pelos vendedores como assaltantes do local. De acordo com comerciantes do Centro Histórico, os arrombadores agem na praça principal do bairro, nos horários entre 2 e 4 horas da madrugada.
Segundo informações do Coronel Nascimento do 18 Batalhão, a motivação dos arrombamentos não é a falta de policiamento e sim a quantidade de usuário de drogas que frequenta o local. Ainda de acordo com o Coronel, além das 15 câmeras espalhadas no Pelourinho, os 402 militares da Companhia da PM local dividem-se em turnos e funções para garantir a segurança de comerciantes e frequentadores.
Informações: Tribuna da Bahia
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