No fim de semana, Stephanie chegou ao Hospital São Luiz Gonzaga com sintomas de virose e morreu depois de receber vaselina líquida, em vez de soro, na veia. Ela chegou a ser transferida para a Santa Casa, no Centro, mas não resistiu.
Segundo o advogado, Cátia admitiu ter administrado a vaselina na menina, mas afirmou ter sido induzida ao erro por causa da semelhança dos rótulos. A auxiliar chegou às 15h35 ao 73º Distrito Policial, no Jaçanã, para prestar esclarecimentos à polícia. Ela permanecia na delegacia por volta das 18h40, apesar de o depoimento ter acabado.
A auxiliar foi indiciada por homicídio culposo - quando não há intenção de matar. A informação é do delegado-assistente Antônio Carlos Corsi Sobrinho, do 73º DP. A pena prevista para o crime é de um a três anos de detenção. “É um erro que não pode acontecer, imperdoável”, afirmou o delegado.
Em seu depoimento à polícia, a auxiliar de enfermagem tentou explicar de que forma teria acontecido o erro. "Na hora de instalar a medicação, ela disse que pegou os dois frascos, vocês viram que são bem parecidos os rótulos, e ela leu em um hidratação e o outro passou a vista e pensou ter lido hidratação, mas era vaselina", revelou Corsi. O delegado afirmou que a mulher está "muito emocionada, traumatizada", e que "entende que, involuntariamente, causou a morte da menina".http://g1.globo.com

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